sábado, 2 de abril de 2011

Trabalho casa pesquisa sobre conceitos

1ª Porta- Selva Urbana





É o contraste entre duas realidades que cada vez mais se conjugão entre si. O prédio a representar a parte urbana, as pessoas, o desenvolvimento e reflectido nele estão imagens de natureza.
No meio de todos aqueles quadrados em que tudo se reflecte, aparece aquele preto. Esse é o que resta de nós e aquilo ao qual não nos obrigam a ser. 
Somos envolvidos e precionados a tornar-nos aquilo que todos queriam e nos obrigam, também a nós, a querer.

Quem é que agora ganha? A selva ou as pessoas?
As pessoas, por serem umas selvagens.



Somos pisados e magoádos por a cidade em si, somos sufocados por sonhos de outros que destroiem os nossos, somos ultrapassados por quem não repara em nós e para sobreviver temos de fazer parte desta vida, temos de ser um deles.







Sair à rua, só com defesa animalesca. O animal é metade de nós, é aquilo ao qual nos obrigam a ser...






A exuberância da cidade dentro de uma selva mais que real.





Deixa-me sair, deixa-me puder chegar à minha paz real e suportar tudo aquilo que me ofereces. Não quero competir, não quero julgar e não quero supor que tudo isto  é verdade. Quero sonhar e acreditar.






Há pessoas que são já um animal e já ninguém lhes consegue tirar a raiva, que têm dentro dela. O pior é que essa raiva vai-se espalhar por pessoas inocentes e, em vez de vivermos na selva, onde os animais se comem uns aos outros e lutam pela sobrevivência, passamos a viver numa pior, onde pessoas que têm o poder de amar e de pensar tornam a cidade na selva mais perigosa de todas.




2ª Porta- O medo




A criança é verdadeira e transparente, se estão felizes mostram, se estão tristes também, se têm medo não o escondem.

Medo de arriscar e de viver o hoje e o amanhã.






Por vezes, a vida faz-nos pensar, faz-nos ter medo, faz-nos desaparecer... E no fim, a única pessoa com que temos a certeza que vamos sempre puder contar é connosco mesmo. O medo destroí-nos e deixa-nos só. 









Até nos momentos mais inoportunos o medo vem e não nos deixa dormir, porque sempre que fechamos os olhos, vemos aquilo que queremos esquecer e só temos vontade de os voltar a abrir. E a noite passa e continuo com medo de os fechar e deste modo passa uma, duas, três noite e não acaba...



Ajuda-me a escolher, a minha vida está a sufocar de dor e medo.



O medo de ficar sozinho no meio de um caminho ao qual não sabemos o que nos espera.



Vou encontrar a luz, nesta escuridão e fazer uma escolha certa.




Um dia vou estar em cima daquele palco e pensar que a irrealidade da cena será a minha realidade.





A alma de cantar.




Por de trás de inumeras máscaras tenho de me esconder, mas vou sempre descobrir, que por de trás de todas elas vou estar eu.



Diversos papéis quero fazer e vou sempre gostar.




Aquilo que nos faz ser quem quisermos, mas que no fundo são coisas que pudemos tirar e por. Serei sempre eu e aquilo que me apetecer ser.



Viver na ilusão do olhar.

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