Seguiram-se os esboços das outras portas.
2ª Porta:
O medo, medo de caminhar sobre a vida, de arriscar e de viver. De sermos confrontados com todos os males do mundo e termos de escolher, escolher sermos aquilo que por vezes não queremos ser. Somos precionados de maneiras variadas e embora sejamos todos diferentes, somos todos iguais, não sou só eu que tenho medo, todos nós temos. Agarram-nos e sugam-nos aquilo, que de melhor temos, amaranham-se pela a felicidade acima e destroiem-na, com um simples e determinado gesto. E por vezes, voltamos a ter de escolher, continuar ou parar. E de lágrimas na cara continuo, pelo um caminho sem fim à vista, por fim sorrio, olho em volta e percebo que o que fiz, finalmente estava certo. Depois de todas as más escolhas, por detrás de todos os pesadelos, a seguir de todos os inofensivos medos, agarrei quem me tentou apunhalar e mostrei-lhe o caminho para o fim do mundo, onde aí, no lugar do mal, ele foi por fim realmente feliz, na sua infelicidade encontrou a sua felicidade e deixou a minha em paz... Agora é continuar e sorrir...
3ª Porta:
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